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12 09

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Arquivado em Geral às 11:53 por Tiane Brites

feliz olhar novo 300x233 Feliz Olhar Novo

O grande barato da vida é olhar pra trás e sentir orgulho da sua história.

O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e AGORA!

Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o bolo sola, o pneu fura, chove demais. Mas… Pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?

Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Tá certo, eu sei, Polyanna é personagem de ficção, hiena come porcaria e ri, eu sei. Não quero ser cega, burra ou dissimulada. Quero viver bem. 2007 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas, perdas e desilusões… Normal. Às vezes se espera demais das pessoas… Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou…Normal.

2010 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas somos cheios de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o que? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que eu desejo pra todos nós é sabedoria, é que todos nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim. Entender o amigo que não merece nossa melhor parte.

Se ele decepcionou, passa pra categoria 3, a dos amigos. Ou muda de classe, vira colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.

O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de uma frase que adoro: ‘Cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade’). Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso.

Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes … Desejo pra todo mundo esse olhar especial….2010 pode ser um ano especial se nosso olhar for diferente. Pode ser muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos, e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.

2010 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, maneiro, especial… Pode ser puro orgulho.

Depende de mim! De você!

Pode ser. E que seja!!!

Um Natal lindo e um 2010 cheio de coisas maravilhosas!




Leia também:

  1. Feliz Natal!



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12 09

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Arquivado em Geral às 06:32 por Tiane Brites

viagem de natal 279x300 Viagem de Natal

Hoje, farei uma pequena viagem ao RJ e passar o Natal com a família, coisa que há tempos não faço.

Quero andar na areia da praia, respirar a brisa do mar, colocar os assuntos em dia com primos e tios que não vejo há meses, rir e beber muito… risos

Embora não goste desse clima natalino, estou animada com a viagem. Essa vai ser daquelas pra relaxar e começar a projetar o novo ano que vem por aí, cheio de promessas e novas conquistas.

Voltarei domingo e cheia de fotos novas!

Quem quiser acompanhar a viagem, me siga no Twitter, pois vou postar muita coisa da viagem por lá.

http://twitter.com/magraemergente

Na minha época de escola, fazíamos um Caderno de Perguntas, onde era passado pra um tanto de gente responder. E era bem divertido conhecer um pouco da pessoa que escrevia no caderno. Há poucos dias, descobri uma ferramenta online que faz a mesma coisa. É só entrar no link abaixo e digitar sua pergunta e enviar, que logo depois respondo e você pode acompanhar em tempo real tudo que foi perguntado e respondido.

http://www.formspring.me/magraemergente

Beijo e um queijo! =]




Leia também:

  1. Fotos da viagem de Natal
  2. Voltei de viagem
  3. Feliz Natal!
  4. Preparando para a viagem



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12 09

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Arquivado em Cirurgia Plástica às 05:45 por Tiane Brites

anestesia Fim do pânico da anestesiaO principal papel da anestesia é fazer com que o paciente fique inconsciente, sem dor e sem reação às manobras do cirurgião durante a cirurgia. Mas mesmo com tantos benefícios, ela ainda é fonte de muito medo e ansiedade para a maior parte das pessoas. Confira o que evoluiu nessa área para que você encare tranquila essa importante etapa da plástica

Não é raro encontrar alguém que adia a plástica com receio da anestesia. Mas afinal, porque ela provoca tanto medo? Tudo vem lá de trás, de um tempo em que não eram usadas drogas muito seguras e não havia tantos parâmetros de monitoramento durante a cirurgia. Atualmente, isso não passa de mito, já que, como tudo na Medicina, a anestesia evoluiu, os profissionais estão mais especializados e o procedimento, como um todo, mais seguro. E, acredite, não há com o que se preocupar.

Há pouco mais de dez anos (ou seja, nem tanto tempo assim) não existiam aparelhos de monitoramento durante a cirurgia, nem mesmo em anestesias gerais. A função que hoje é exercida pelo oxímetro, aparelho colocado na ponta do dedo para avaliar a saturação de oxigênio, era realizada pelo “olhômetro”. Hoje, todo centro cirúrgico é equipado com diferentes aparelhos que monitoram o paciente durante todo o procedimento. É desse tempo ainda sem muito conhecimento que nasceu outro medo: os possíveis riscos e consequências que a anestesia pode oferecer ao paciente. E não há como negar – os riscos existem sim, ainda que pequenos. Para diminuir as chances de riscos, a melhor arma é se cercar de bons profissionais e hospitais de credibilidade. “O mais importante é o paciente conhecer seu cirurgião, pois um plástico de sucesso não terá um anestesista incompetente em sua equipe. Além disso, é fundamental escolher corretamente o hospital onde será realizada sua cirurgia. Muitos pacientes entram em hospitais que não deveriam sequer estar em funcionamento. São lugares que não são visitados pela Vigilância Sanitária e sem a menor conservação de equipamentos e, às vezes, até sem máquinas suficientes para uma boa anestesia”, avalia a anestesista Adriana Sauberman, da Clínica de Estética e Cirurgia Plástica Vitée (RJ).

Isso é fato
Para o período durante a cirurgia, tudo está preparado para que ela aconteça da melhor e mais segura forma possível. Porém, existem dois momentos que exigem uma atenção especial. “Nós comparamos a anestesia com um avião. Os problemas ocorrem mais frequentemente na indução e no despertar”, comenta a Dra. Adriana. Na indução da anestesia, antes da cirurgia, podem ocorrer reações anafiláticas a algumas drogas, podendo ser revertidas ou não. Já no despertar, dependendo do perfil do paciente, podem surgir complicações. Quem fuma, por exemplo, tem uma quantidade enorme de secreção que pode provocar engasgo.

Diante de tudo isso, surge outra recomendação: lembre-se de não esconder nada do seu cirurgião plástico e anestesista. Informe os profissionais sobre acidentes de anestesia ocorridos com familiares, alergia a determinados medicamentos e nunca esconda o uso de drogas, porque algumas delas interagem com anestésicos e os resultados podem ser catastróficos.

Calma, isso é normal
Ao acordar da anestesia, alguns sintomas são bastante comuns. O mais frequente deles é o frio, pois a pessoa perde calor para o meio em que se encontra – neste caso, uma sala cirúrgica com ar condicionado ligado e, assim, bastante fria. Também é comum vomitar. “Isso acontece tanto por sensibilidade quanto por uso de analgésicos potentes, como morfina e seus derivados, que causam náuseas e vômitos em grande parte da população. Os familiares não precisam ficar assustados, pois esta é uma reação perfeitamente normal”, tranquiliza a Dra. Adriana Sauberman.

Nesse período, pós-anestesia, é importante relatar aos profissionais tudo o que estiver sentindo, mesmo que pareça normal ou pouco relevante, para que ele tenha o controle do seu quadro. E não hesite em perguntar e questionar tudo o que quiser.

EVOLUÇÃO CONSTANTE
Se antigamente a anestesia era controlada na base do “olhômetro”, hoje a tecnologia cumpre muito bem esse papel. Confira alguns dos equipamentos que participam da cirurgia e garantem a segurança.

Oxímetro: é um aparelho que é colocado na ponta do dedo para avaliar a saturação de oxigênio do paciente.

Bis: mede o nível de consciência do paciente, com sedação ou anestesia geral. Dessa forma, evita que seja administrado anestésico em excesso, mas sim o suficiente para não ter dor nem consciência.

Analisadores de gás: é um parâmetro de monitoração que mostra o percentual de oxigênio inalado pelo paciente junto com o anestésico. Mostra também a quantidade de anestésico inalado e exalado.

Vaporizador: recipiente onde é colocado o anestésico em sua forma líquida para que ele passa para vapor, entrando pelo tubo traqueal do paciente e fazendo com que ele seja anestesiado aos poucos.

Monitores: eles medem a pressão arterial no modo automático, de um em um minuto.

Capnógrafo: faz a verificação ininterrupta da quantidade de gás carbônico nos pulmões. “O capnógrafo é a prova de que o paciente está vivo. Está trocando oxigênio com anestésico inalatório por gás carbônico, que é exalado dos pulmões de todos nós, pacientes ou não”, complementa a anestesista Adriana.

Conheça seu ANESTESISTA
Assim como você senta em consulta com seu cirurgião plástico, é indispensável encontrar o anestesista antes de passar pela cirurgia. É nessa hora que você vai tirar todas as dúvidas, passar seu histórico e receber as orientações necessárias, como fazer jejum e manter ou suspender medicamentos.

Ao conhecer o perfil e diagnosticar o grau de ansiedade em relação à anestesia, o profissional pode receitar remédios no pré-operatório e também administrar uma medicação préanestésica, para que o paciente já chegue dormindo e não lembre sequer de ter entrado na sala de cirurgia.”Aos poucos, a maioria dos pacientes vão se acalmando, relaxando e com o efeito da medicação pré-anestésica, eles entram muito bem na sala de cirurgia”, finaliza a anestesista.







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12 09

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Arquivado em Obesidade / Emagrecimento às 09:15 por Tiane Brites

pessoa obesa 300x275 Superobeso tem maior risco de morte após cirurgia bariátrica

Pesquisa divulgada na edição de outubro de Archives of Surgery, jornal mensal da American Medical Association, aponta maior risco de mortes entre pacientes que sofriam de obesidade mórbida e que realizaram a cirurgia bariátrica, em até um ano após o procedimento.

O levantamento foi feito com veteranos que usam serviços médicos exclusivos para essa classe e, entre eles, 165 mil são identificados como portadores de obesidade nível 3, ou seja, com índice de massa corporal igual ou maior do que 40. O índice é considerado normal quando está entre 18,5 e 24,9.

Segundo o médico que conduziu a pesquisa, David Arterburn, do Group Health Research Institute, de Seattle, Washington, a maioria dos estudos anteriores foi realizada com mulheres mais jovens, e é a primeira vez que um levantamento é feito com homens mais velhos. O estudo contou com pesquisadores nas Universidades de Washington, Texas, Duke, Colorado.

Foram examinados os históricos de 856 veteranos que passaram pela operação entre 2000 e 2006. A média de massa corporal entre eles era de 48,7 e a idade, 54 anos. E 73% eram homens.

Cinquenta e quatro pacientes, ou 6,3% do total, morreram durante a recuperação; 1,3% vieram a óbito em um mês; 2,1% em 90 dias; e 3,4 % dentro de um ano.

Pacientes classificados como superobesos, com IMC igual ou maior do que 50, o que correspondia a 36% da amostra, tiveram maior risco de morte, registrando 30 óbitos.

Entre as explicações para o maior risco estão as complicações do procedimento em superobesos devido à quantidade de gordura abdominal, maior risco de embolia e doenças relacionadas à obesidade.

O número de operações do gênero triplicou entre 2000 e 2006, apesar de o procedimento ter sido realizado em cerca de 0,1% dos veteranos que se enquadram no critério de índice de massa corporal exigido.

Segundo o médico David Arterburn, o aumento do número de intervenções dependerá do impacto que a operação tem a longo prazo na saúde dos operados. A cirurgia bariátrica é um dos poucos procedimentos considerados eficazes na redução da obesidade mórbida causando significativa perda de peso para melhoria da saúde e qualidade de vida.




Leia também:

  1. Atividade física após a cirurgia bariátrica
  2. Ganho de peso após a cirurgia bariátrica. O que fazer?
  3. Gravidez após cirurgia bariátrica
  4. Emagrecimento após a cirurgia bariátrica
  5. Cirurgia bariátrica: O que é isso?



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12 09

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Arquivado em Cirurgia Plástica, Mídia às 11:33 por Tiane Brites

Mamoplastia de aumento

A mamoplastia de aumento é indicada para as pacientes com mamas pequenas ou que após amamentação ou perda de peso tiveram grande redução do volume mamário. É realizada através da colocação de próteses visando uma melhor harmonia entre a forma e o volume das mamas através de seu aumento e suspensão para casos de mamas caídas.

Atualmente existem vários tipos de próteses. Elas podem ser de gel de silicone ou de solução salina, com bolsa de tecido liso, rugoso ou texturizado, ou ainda, recobertas por uma camada de poliuretano. As mais utilizadas atualmente são de silicone texturizado e as recobertos com poliuretano, porém o tipo de prótese e o seu tamanho devem ser discutidos com o cirurgião.

A colocação pode ser feita de várias formas: incisão embaixo da aréola mamária, incisão no centro da aréola, incluindo o mamilo, embaixo do sulco das mamas, e um corte horizontal na região interior da zona de pêlo axilar. O pós-operatório é mais doloroso quando a prótese é colocada embaixo do músculo do tórax. Porém isso permite uma proteção maior do implante. Cada método tem suas vantagens e desvantagens, devendo ser a escolha feita em conjunto pelo médico e paciente, após discussão sobre os prós e contras de cada técnica.

Devido às suas características, é recomendável a troca da prótese de mama a cada 10 anos.

A anestesia é geral, peridural ou local com sedação. E a paciente normalmente fica internada por 24 horas.

O resultado quanto à forma já é bastante evidente no pós-operatório. Durante o primeiro mês há a redução do edema (inchaço) e a cicatrização ganha força. Contudo, o resultado definitivo se dá aos 6 meses, devido ao amadurecimento da cicatriz, e persiste por um longo tempo, sendo influenciado pelo aumento de peso e pela força da gravidade.

FONTE: Boa Saúde




Leia também:

  1. Prótese de mama não é solução para flacidez
  2. Mamoplastia: Cirurgia Plastica de Redução das Mamas
  3. Recomendações médicas para cirurgia plástica – Parte II
  4. Cirurgia plástica com colocação de prótese de glúteos
  5. Recomendações médicas para cirurgia plástica – Parte I



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