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Além do saboroso, o consumo de peixe é muito nutritivo e deveria estar sempre em nossa alimentação. Para começar, o peixe é rico em proteínas, como qualquer outra carne. Por isso, quem quer deixar de lado a carne vermelha, estará bem nutrido comendo peixe. Além disso, tem grande quantidade de minerais, entre eles cálcio, fósforo, iodo e cobalto, e é também fonte das vitaminas A, D e B.
E a melhor notícia é que peixe tem pouca gordura! É claro que existem algumas espécies gordurosas, mas, em geral, o peixe tem bem menos gordura do que carne vermelha e frango, e isso faz com que sua digestão seja mais rápida.
E peixe é ótimo para quem quer perder peso e controlar o nível de colesterol no sangue! Algumas espécies de peixe, principalmente aqueles de água fria, são ricos em ômega-3, que é um tipo de gordura bastante benéfica à nossa saúde.
O ômega 3 diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias) e ajuda nas inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas.
E, por agir nas células nervosas, o ômega-3, encontrado no peixe, ainda pode ajudar no tratamento da depressão, ansiedade e problemas de sono.
Esse tipo de gordura auxilia, ainda, no tratamento da pressão alta, na coagulação do sangue, no alivio das dores causadas pela artrite reumatóide, na proteção da pele contra raios ultravioleta e inflamações.
Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes e não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.
Uma ótima alternativa é o cação, devido não ter espinhos.
Escolha já sua receita, compre o melhor peixe e tenha um hábito alimentar mais saboroso e saudável.
Como Comprar o Peixe
Peixe Fresco: Possui carne branca ou rosada, resistente a pressão dos dedos; odor característico; escamas bem presas a pele; guelras úmidas de cor rosada, quase vermelha; olhos salientes, brilhantes, transparentes e sem manchas.
Cuidados na Compra: Observe se o peixe está conservado adequadamente no momento da compra, não sendo aconselhável comprá-lo se estiver fora do gelo, exposto ao sol ou a insetos.
Conservação: Deve ser em geladeira ou congelador. Para melhor conservá-lo, tempere com sal e limão. Depois de limpo, deve consumido o mais rápido possível. No congelador, sua validade possa chegar a três meses.
Dicas: Para manter todas as qualidades do peixe, existem algumas dicas. Para descongelar, tire-o do congelador e deixe-o na geladeira, na noite anterior ao preparo. O peixe pode estragar se for descongelado em água corrente. Se for prepará-lo cozido ou ensopado, pode tirá-lo do congelador e levá-lo direto para a panela. Depois de descongelar, o peixe não pode ser novamente congelado. E depois de descongelado, deve ser consumido rapidamente, evitando riscos de contaminação.
Ao limpar o peixe, aproveite a cabeça e o espinhaço para preparar pirão, sopas, muquecas e bolinhos e as ovas para farofas e recheios. E, para retirar o odor do peixe, esfregue limão nas mãos e utensílios.
Usar suco de limão no tempero do peixe, deixa-o mais macio e saboroso.
Os Tipos de Peixe na Alimentação
Pacu: carne com poucos espinhos, pode ser preparado grelhado ou assado, sendo muito saboroso.
Pintado: carne sem espinhos, pode ser preparado grelhado, assado ou frito, sendo muito saboroso.
Dourado: pode ser preparado assado, recheado com farofa, ou em postas, sendo considerado o peixe mais saboroso dos rios brasileiros.
Cação: pode ser preparado assado, em postas ou ensopado.
Pescada: carne branca com poucos espinhos, pode ser preparado assado, frito ou em filés.
Cavalinha: carne gorda, pode ser preparado ensopado ou frito.
Sardinha: carne escura, pode ser preparado assado, grelhado ou frito, com muito tempero.
Namorado: carne branca e magra, sem espinhos, pode ser preparado assado, cozido ou ensopado.
Linguado: carne branca e magra, tradicionalmente preparada em filés.
Badejo: pode ser preparado em filés ou postas.
Merluza: carne branca e salgada, pode ser preparado em filé ou espetos na grelha.
Porquinho: carne branca e sem espinhos, de tamanho pequeno, pode ser preparado frito.
Pescadinha: pode ser preparado frito ou ensopado.
A Gordura dos Peixes
Peixes Gordos: A gordura está dispersa por toda a carne e pele:
Anchova, Arenque, Atum, Cavala, Cherne, Enguia, Espadarte, Lampreia, Moréia, Salmão, Sarda, Sardinha, Sável.
Peixes Magros: A gordura está praticamente confinada ao fígado:
Bacalhau, Badejo, Carapau, Carpa, Corvina, Dourada, Garoupa, Linguado, Peixe Espada, Pescada, Pregado, Robalo, Salmonete, Tainha, Tamboril, Truta.
Os peixes têm, geralmente, mais água e menos gordura do que a carne bovina, mas o valor nutritivo das suas proteínas é idêntico. A sua gordura é, na maior parte, insaturada. Um caso curioso é o dos caranguejos, que têm uma composição semelhante à dos peixes mais gordurosos (salmão, arenque, sardinha, cavala, corvina e pargo), por isso podem incluir-se no mesmo grupo dos peixes gordos. Estes peixes gordos comparam-se às carnes mais gordurosas em relação ao seu grau de digestibilidade.
O bacalhau (peixe magro) contém apenas 1% de gordura porque armazena a gordura no fígado (o óleo de fígado de bacalhau), e a solha e o linguado são peixes com baixo teor de gordura (1 a 2 % do seu peso). No lado oposto temos os peixes gordos, como o arenque, o salmão, a sardinha, o atum e a cavala, que na altura da desova podem chegar a ter 25% de gordura.
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Um dieta equilibrada, com as quantidades ideais de vitaminas, além de promover a saúde, ajuda na estética contribuindo para cabelo, unha e pele saudável. De particular importância para o cabelo é a vitamina B2. Como as outras vitaminas B, a B2 ajuda na produção de energia para o corpo. Além disso, a vitamina B2 é essencial para uma pele saudável, unhas e crescimento do cabelo.
Boas fontes de vitamina B2 incluem laticínios, fígado e vegetais folhosos verdes. Alguns alimentos, como cereais e comidas para bebês, recebem adição de vitamina B2. Uma vez que o corpo humano não armazena essa vitamina, sua deficiência é comum.
Porém, é importante salientar que o excesso de vitaminas também pode ser prejudicial para o cabelo. A vitamina A, que é importante para a visão e crescimento ósseo, quando em excesso pode causar queda de cabelo e pele seca. Fontes importantes de vitamina A são leite, ovo, cenoura e espinafre.
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Alimentos com vitamina A
Vitamina A é encontrada naturalmente em muitos alimentos, principalmente frutas, vegetais e fígado.
Frutas que contém vitamina A em boas quantidades – melão, damasco, papaia, manga.
Vegetais ricos em vitamina A – cenoura, brócolis, batata doce, couve, espinafre, abóbora, ervilha, beterraba.
Outras fontes de vitamina A – Fígado (maior fonte), manteiga, ovos.
Alimentos com vitamina E
A vitamina E é obtida pelas plantas através da luz solar. Boas fontes de vitamina E são sementes de girassol, nozes, amendoim e germe de trigo.
Alimentos ricos em vitaminas B
As vitaminas B (como B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12) vêm de numerosas fontes naturais como: batatas, bananas, lentilhas, pimenta, óleo de fígado, peru e atum. Levedo e melado são duas fontes especialmente boas de vitaminas B. Devido às suas quantidades de levedo, as cervejas são boa fonte de vitaminas B. As bebidas energéticas muitas vezes têm adição de vitaminas B.
Fontes de vitamina C
As fontes naturais mais ricas de vitamina C são frutas e vegetais. Vitamina C também está presente em alguns cortes de carne, especialmente o fígado. Algumas frutas e vegetais ricos em vitamina C incluem: acerola, kiwi, pimentão, pimenta malagueta, brócolis e frutas cítricas.
Alimentos com vitamina D
A vitamina D é produzida na pele exposta ao sol. Em lugares nos quais há pouca exposição solar, é importante incluir na dietas alimentos com vitamina D, o quais incluem: óleo de peixe, peixes gordurosos (salmão, sardinha, bagre, cavalinha, atum), cogumelos e ovo.
Alimentos fontes de vitamina K
A vitamina K é encontrada em vegetais (como espinafre, alface, repolho, soja e brócolis), farelo de trigo, carnes, cereais, frutas (com abacate, kiwi e banana), laticínios, e ovos.
FONTE: CorpoPerfeito.com.br e Copacabana Runners
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Qual o papel do zinco na saúde
O zinco desempenha funções vitais em nosso organismo: ajuda a manter o equilíbrio de fluidos, controla a contração muscular, carregar oxigênio para a musculatura e regular o metabolismo energético. O zinco é componente essencial de muitas das enzimas que promovem as reações químicas em nosso corpo, necessárias à saúde e bom funcionamento do organismo. Além disso, é essencial na promoção do crescimento e desenvolvimento normais.
O zinco acelera a cicatrização de lesões, fortalece o sistema imunológico e participa na síntese do DNA, enfim promove a saúde. Durante a gravidez, infância e adolescência, o zinco desempenha um papel fundamental no crescimento e desenvolvimento.
Implicações da deficiência do zinco no organismo
A deficiência do zinco pode ser observada por pequenos sinais como unhas quebradiças ou com manchas brancas, pele áspera, perda de apetite, perda de olfato, cabelos opacos, irritabilidade, letargia, diminuição da concentração e da memória, cansaço, etc. E trazer graves conseqüências para a saúde como: gerar retardo no crescimento, comprometimento da função mental e do sistema imunológico, dermatite e malformação fetal.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 33% da população mundial sofre de carência de zinco. No entanto, esse mineral encontra-se em praticamente todas as células do nosso organismo, principalmente nos ossos, olhos, fígado, próstata e testículos.
A deficiência de vitamina D na vida adulta resulta em osteomalacia, condição caracterizada por acentuado amolecimento dos ossos, que leva a deformidades, principalmente nos membros, coluna, tórax e pelve.
Estudos, baseados nas planilhas nacionais de equilíbrio alimentar da Organização de Alimentos e Agricultura (FAO) das Nações Unidas, sugerem que quase a metade das pessoas no mundo, especialmente aquelas nos países mais pobres do Sul e Sudeste da Ásia e da África, têm insuficiência de zinco na sua dieta alimentar.
Dosagem de zinco?
A dosagem ideal de zinco para se manter uma boa saúde é de 11 miligramas diários para os homens e 8 para as mulheres. Como o organismo não produz zinco, ele depende de fontes externas para seu suprimento. Ingerir essa quantidade não é tão difícil assim, já que apenas a alimentação contribui para a recepção do nutriente.
Fontes de Vitamina D:
- A maior fonte de absorção de vitamina D é a exposição da pele à luz solar;
- Alguns alimentos apresentam grandes quantias desta vitamina, como por exemplo, manteiga, fígado e gema de ovo, peixes e mariscos, carnes, frango, cereais integrais e semente de abóbora e girassol, castanha do Pará, amêndoa, nozes, ostra.
Não ingira zinco indiscriminadamente
Apesar de saudável, o zinco não pode ser ingerido indiscriminadamente, por meio de suplementos alimentares sem prescrição médica, pois seu excesso pode causar outros problemas de saúde.
Por esse motivo, os especialistas concordam que a melhor maneira de ingerir vitaminas e minerais é por meio dos alimentos, até para evitar o risco de consumir doses exageradas que se tornam tóxicas.
A deficiência de vitamina D causa o raquitismo, que consiste em malformação óssea, acarretando em baixa estatura e ossos fracos que não suportam o peso corporal.
A deficiência de vitamina D no homem pode ser devida a uma ingestão inadequada e/ou à falta de uma absorção adequada de luz solar que converte o 7-diidrocolesterol em colecalciferol.
A vitamina D:
- Promove a absorção intestinal ativa do cálcio ;
- Estimula o sistema de transporte ativo de fosfato no intestino e, em conjunto com o paratormônio (PTH), ela age para mobilizar o cálcio do osso e aumentar a reabsorção renal de cálcio e fosfato.
FONTE: Portal Terra e Bbel
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Levante a primeira tampa quem nunca se irritou na hora de lavar aquela leiteira em que o leite fervido “grudou” ou de tirar o queimadinho da carne do fundo da assadeira. Mas, se sua preocupação limita-se aos resíduos de comida que atrapalham a limpeza da louça, é melhor rever seus conceitos sobre esses utensílios.
Afinal, os resíduos que mais deveriam chamar sua atenção são aqueles que desprendem do material usado na fabricação das panelas e podem ser transferidos aos alimentos durante o preparo – indo, literalmente, direto da panela para o prato.
Alguns são benéficos ao organismo, como ferro, cálcio e manganês. Mas, outros são metais tóxicos, como chumbo e níquel. Cozinhar em uma boa panela, portanto, é o primeiro passo para uma refeição alinhada com sua saúde, dizem os especialistas.
O complicado fica por conta do segundo passo: definir de que material ela deve ser feita para ser saudável: cobre, alumínio, aço inoxidável, vidro, barro, pedra-sabão, esmaltada ou com película antiaderente?
Quando for escolher, a dica geral é verificar para quem se vai cozinhar e qual alimento será colocado dentro da panela para se aproveitar o melhor que cada tipo oferece.
“É importante ter disponíveis panelas de materiais variados, porque isso amplia as possibilidades gastronômicas e nutricionais”, diz a nutricionista Késia Diego Quintaes, doutora em Alimentos e Nutrição pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diretora do Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital Heliópolis, em São Paulo, e autora do livro Por Dentro das Panelas, da Editora Varela, lançado em 2005.

Também conhecidas como panelas de ágata, elas são feitas de ferro ou alumínio e revestidas de esmalte.
VANTAGENS: sua camada esmaltada age como barreira contra a proliferação de bactérias que podem contaminar os alimentos.
DESVANTAGENS: é desaconselhável o uso de utensílios fabricados antes de 1980: o esmalte usado na época pode conter elementos tóxicos como o chumbo, e os decalques na superfície interna, o cádmio, outro metal pesado. Seu uso já foi ligado à hipertensão, aterosclerose, disfunção pulmonar e infertilidade masculina.
DICA: para evitar o amarelamento do esmalte, pode-se passar álcool na superfície.

VANTAGENS: transfere aos alimentos, durante o uso, ferro, cálcio e manganês, metais benéficos ao organismo.
DESVANTAGENS: é pesada e não muito fácil de encontrar. É preciso ser curada antes do primeiro uso. Caso contrário, pode transferir quantidades indesejáveis de níquel aos alimentos. A cura é feita com óleo, azeite ou gordura e serve para impermeabilizar o material. Para fazê-la, unte a panela por dentro e por fora com óleo, azeite ou gordura. Em seguida, coloque água e deixe no forno médio (180ºC) por duas horas ou leve ao fogo e ferva por 40 minutos. Feito isso, espere a água e a panela esfriarem e repita a operação.
DICA: tenha cuidado redobrado na hora de limpar, pois podem se formar saliências na parte interna do recipiente durante o processo de cocção. Evite fazer frituras ou guardar alimentos dentro delas: durante esses processos pode haver migração de níquel para a refeição.

VIDRO
VANTAGENS: uma característica importante do vidro é a de evitar a aderência do alimento no fundo da panela, naturalmente. Alimentos com alto teor de água, bem como as frituras, são preferíveis para cocção neste tipo de material. Como não interfere na composição do que vai para a panela, pois não emite substância alguma, é possível reaproveitar o óleo da fritura por três ou quatro vezes.
DESVANTAGENS: são frágeis, podendo ser facilmente quebradas. Por esquentar rapidamente, pode acabar queimando o alimento.
DICA: para evitar que se formem manchas, não leve a panela de vidro vazia ao fogo.

VANTAGENS: além de ser resistente à corrosão, a panela de cobre transmite o calor de forma rápida e homogênea.
DESVANTAGENS: o metal migra facilmente para qualquer alimento que entre em contato com ele. E consumido em pequenas quantidades, pode produzir náuseas, vômitos e diarréia. Já uma ingestão contínua pode provocar dores nas juntas, causar lesões renais e até cerebrais.
DICA: compre utensílios de cobre com o interior revestido com antiaderente (politetrafluoretileno), aço inoxidável ou titânio – que barram a transferência do cobre para os alimentos.

VANTAGENS: seu uso regular foi relacionado com a prevenção e o tratamento da anemia muito antes de a ciência comprovar sua eficácia. Por outro lado, esse tipo de panelas também pode alterar algumas características dos alimentos, como a cor (tornando-os mais escuros) e o sabor (que pode melhorar ou piorar). A sugestão, portanto, é escolher o alimento cujas propriedades sensoriais sejam aprimoradas com a panela de ferro, como é o caso do arroz.
DESVANTAGENS: evite armazenar comida nela, sob pena de aumentar muito a concentração de ferro, levando a distúrbios gastrointestinais, como a diarréia.
DICA: panelas de ferro são pesadas e se mantêm quentes por muito tempo. Por isso, prefira as que têm cabo de madeira, mais fáceis de manusear, além de evitarem queimaduras nas mãos de quem está cozinhando. Para não enferrujar, seque-as na chama do fogão. Lave-as imediatamente após o uso.

VANTAGENS: seu revestimento interno de politetrafluoretileno (PTFE) impede a transferência do material de base da panela, geralmente alumínio, para a comida.
DESVANTAGENS: mesmo sendo utilizado há décadas nas frigideiras e em outros utensílios de cozinha a fim de se evitar que os alimentos grudem, vale lembrar que esse material antiaderente já esteve sob suspeita – ainda não confirmada – de permitir a formação de compostos cancerígenos, especialmente durante o preparo de alimentos com alto teor protéico, como carnes, ovos e leite.
DICA: o revestimento PTFE é um plástico que pode se desprender com relativa facilidade, então o ideal é usar colheres de pau nessas panelas revestidas, evitando arranhá-las com talheres e esponjas de aço na hora da limpeza.

VANTAGENS: seu material é durável e demora a esfriar, mas também a esquentar. Geralmente tem fundo triplo, termodifusor, permitindo que o calor da chama se espalhe uniformemente. Assim, o alimento cozinha por igual e não gruda no fundo da panela.
DESVANTAGENS: o níquel é tóxico ao organismo e freqüentemente associado a males como dermatites de contato, alergias, distúrbios renais e hepáticos, infertilidade, câncer pulmonar, estomatite, gengivite, cefaléias, insônia e náuseas. Esses utensílios devem ser evitados por pessoas alérgicas ou que tenham sensibilidade ao níquel.
DICA: no primeiro uso, ferva água, que será descartada, por três ou quatro vezes consecutivas, na panela nova, para ajudar a eliminar o níquel que ela libera nessa fase. Para evitar o aparecimento de manchas, é aconselhável enxugá-la imediatamente depois de lavada.
UTENSÍLIOS PARA GRANDES OCASIÕES
DICA: para evitar rachaduras, recomenda-se esperar a panela esfriar antes de lavá-la, o que deve ser feito sempre com esponja macia e detergente neutro.
DICA: as opções foscas e industrializadas são as mais seguras, por serem mais modernas. Cerâmicas artesanais ou decorativas, com mais de 20 anos, devem ser evitadas, uma vez que foram feitas em uma época em que não se conhecia o perigo da migração do chumbo das panelas para os alimentos.
CUIDADO
Para limpar a parte interna use uma esponja macia, em vez da de aço. “Quando o material é polido ou agredido com ácidos como o vinagre, a camada de óxido de alumínio, que dificulta a passagem do metal para a comida, é removida”, explica a nutricionista Késia Diego Quintaes, da Unicamp.
Fonte: Revista Viva Saúde/Edição 27
Foto: Símbolo Press
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