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Cirurgias plásticas que deram errado

O que pode dar errado na cirurgia plástica

Na busca pelo rosto e corpo perfeito muita gente acaba errando nas intervenções cirúrgicas e transformando-se literalmente em monstros. Vejam as fotos abaixo, de algumas cirurgias plásticas que deram MUITO errado:

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jackson 300x213 Cirurgias plásticas que deram errado

donatella versace 300x185 Cirurgias plásticas que deram errado

Carrot Top 300x150 Cirurgias plásticas que deram errado

jackie stallone 300x166 Cirurgias plásticas que deram errado

jocelyn wildenstein 211x300 Cirurgias plásticas que deram errado

michaela romanini 300x200 Cirurgias plásticas que deram errado

Até que ponto chega sua vaidade?

Como escolher o seu cirurgião plástico:

O termo “Plastica” vem do Grego “Plastikos” que significa moldar, dar forma… É isso o que a Cirurgia Plástica procura – dar nova forma aos tecidos. A especialidade, que é única, abrange uma ampla gama de procedimentos que visam a reparação de defeitos e imperfeições congênitos ou adquiridos, melhorando as funções e a aparência do corpo humano.

Seja qual for o tipo de cirurgia plástica que você esteja procurando, um dos fatores mais importantes para o seu sucesso está na escolha do seu cirurgião.

PRIMEIRO PASSO: LEVANTAMENTO DE NOMES

Para encontrar o seu cirurgião, a primeira etapa é elaborar uma lista de bons candidatos. O Brasil é hoje uma das melhores escolas do mundo em Cirurgia Plástica e existem profissionais qualificados não apenas em grandes centros, mas também espalhados pelo interior dos diversos estados. Como encontra-los? São várias são as fontes possíveis, portanto procure utiliza-las com sabedoria:

Amigos. Se você conhece alguém que já foi submetido a um procedimento igual ou semelhante àquele que está procurando, converse com ele e tome algumas informações. Mas não se decida baseado na experiência de apenas um amigo. Todo paciente é único, e toda cirurgia também: seus resultados podem ser diferentes daqueles do seu amigo.

Médicos. Seu médico de família ou conhecido poderá recomendar-lhe um cirurgião plástico. Pergunte a ele quantos de seus pacientes foram indicados a este cirurgião, e quais foram as impressões de retorno deles.

Hospitais e Planos de Saúde. É possível ainda procurar instituições de saúde bem conceituados em sua região e solicitar os nomes dos profissionais por eles credenciados.

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
O Diretório de Membros da SBCP é uma excelente fonte de nomes. Através da internet você poderá realizar a pesquisa por nomes ou por cidades, encontrando cirurgiões e conhecendo suas categorias de filiação na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Esta listagem poderá ainda ser apresentada ao seu médico de confiança, para que ele dê as suas referências.

Diretórios Especiais.
Uma outra possibilidade é utilizar publicações oficiais conhecidas como “Guias de Especialidades”, que eventualmente são editados e disponibilizados por conselhos de classe e associações de médicos em nível nacional, estadual e regional. Procure informar-se da existência de tal documento em sua própria área.

Propaganda Paga. Você poderá encontrar muitos nomes de médicos nas páginas amarelas, jornais, revistas e outras formas de divulgação na mídia. Tenha sempre em mente que tais inserções são orientadas pelo próprio cirurgião, e por si só, não necessariamente qualificam o profissional.

SEGUNDO PASSO: VERIFICAÇÃO DAS CREDENCIAIS

Quando estiver de posse de uma lista com alguns médicos, você poderá começar a verificar as suas credenciais. Apesar de referências curriculares não serem garantia para o sucesso de uma intervenção, elas com certeza aumentam muito a possibilidade de sucesso.

Abaixo estão listadas as informações relevantes que você deverá obter nas diversas fontes já citadas, e no próprio consulório ou clínica de cada cirurgião.

Formação. Mais importante que a faculdade de medicina é o tipo de formação específica em Cirurgia Plástica que o seu candidato a cirurgião tenha cursado. Ele completou o programa oficial de algum serviço credenciado para ensino da especialidade? Quantos anos de treinamento intensivo em todas as áreas da cirurgia plástica este programa incluiu? Embora muitos profissionais concentrem a sua clínica em alguns tipos de procedimentos mais realizados, a formação eclética e uma visão ampla da especialidade conferem melhores habilidades ao profissional, seja qual for sua área preferencial de atuação.

Título de Especialista. Muitas pessoas utilizam o termo “Especialista”, mas você sabe exatamente o que ele significa e quais os caminhos para um médico ser assim considerado?

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é o órgão oficial da Associação Médica Brasileira responsável pelo processo da formação de especialistas no Brasil. Quando você escolhe um cirurgião membro da SBCP, pode ter a certeza de que ele é graduado por uma faculdade de medicina reconhecida e completou no mínimo mais cinco anos de residência médica regular, sendo dois em Cirurgia Geral e três em Cirurgia Plástica.

Dessa forma, o cirurgião estará classificado como Membro Aspirante e reúne condições e pré-requisitos para então prestar a prova para obtenção do Título de Especialista, expedido pela entidade e que envolve exames escritos e orais, alem de avaliação curricular. Somente apartir daí, se aprovado, o médico é considerado um Especialista em Cirurgia Plástica, passando a ocupar a categoria de Membro Associado.

Após um intervalo mínimo de dois anos, o cirurgião pode ainda se submeter ao concurso para Membro Titular da SBCP, que constitui a categoria mais elevada da entidade e envolve a apresentação de trabalho científico para uma banca examinadora com uma rigorosa avaliação curricular do candidato.

Não deixe de certificar-se se os nomes de sua lista se enquadram nestes conceitos.

Credenciamento Hospitalar. Mesmo que sua cirurgia seja realizada em clínica ou hospital próprio do cirurgião, é importante que você se certifique de que ele está credenciado para tal procedimento em algum outro hospital de boa reputação. Isso significa que ele foi aprovado pelas normas regimentais do corpo clínico daquela instituição. Ligue para os hospitais e informe-se.

Experiência. Embora não exista um número “mágico” (de tempo ou de procedimentos) que defina “experiência”, você deverá se sentir confiante com o fato de seu cirurgião estar bem familiarizado e atualizado com o procedimento em que você está interessado. Você poderá indagar aos cirurgiões da sua lista se eles realizam este procedimento com muita freqüência ou esporadicamente.

Sociedades Profissionais. Os médicos podem fazer parte de muitas sociedades profissionais de maior ou menor importância, mas lembre-se de que a SBCP é a única a conferir o Título de Especialista. Se um cirurgião mencionar ser membro de alguma sociedade em particular, tome nota do nome e telefone para se informar de quais são os requisitos para esta filiação. Algumas destas sociedades mantêm vinculo científico com a SBCP dentro dos princípios éticos necessários, e contribuem para uma educação continuada dos especialistas em áreas específicas através de publicações, simpósios e congressos.

FINALMENTE, A CONSULTA

Se você já reduziu a sua lista para dois ou três cirurgiões, deverá agora visitá-los para uma consulta inicial. Assim é possível comparar suas personalidades, opiniões e condutas, honorários e a maneira como eles vão lhe responder às perguntas e explicar os riscos envolvidos. Saiba que você provavelmente terá de pagar por estas consultas, escolhendo ou não aquele profissional – vale a pena conferir mais de uma opinião!

Não se sinta acanhado em emitir dúvidas mesmo que sejam sobre temas triviais ou que possam parecer muito pessoais. Levar tópicos importantes anotados pode ser uma boa maneira de não esquecer as suas dúvidas.

Aqui estão algumas dicas do que buscar em sua consulta inicial:

- O médico deverá responder completamente a todas as suas dúvidas, numa linguagem que você possa compreender.
– Ele/ela deverá perguntar sobre as suas expectativas, discuti-las com voce e considerar as suas reações quanto as recomendações dadas.
– Ele/ela deverá oferecer alternativas, quando apropriadas, sem pressioná-lo a realizar procedimentos desnecessários.
– Ele/ela deverá receber com naturalidade perguntas sobre sua formação, qualificações profissionais, experiência, honorários e formas de pagamento.
– Ele/ela deverá deixar bem claros não apenas os riscos envolvidos com a cirurgia mas também as possíveis intercorrências e complicações. Se o cirurgião utilizar fotografias de outros pacientes ou simulações em computador para ilustrar resultados possíveis, é preciso que fique bem claro que elas não significam garantia de que o seu resultado será o mesmo.
– Ele/ela deverá propiciar um ambiente aberto de informações onde a decisão final seja sempre sua.

Fundadora do MagraEmergente.com, ex-obesa mórbida, tendo emagrecido mais de 85kg após cirurgia de redução de estômago e futura nutricionista.

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